Faculdade Murialdo

O Dia Primeiro de maio é uma data comemorada em mais de 80 países e marca uma luta histórica pelos direitos trabalhistas. Dessa forma, aproveitamos para homenagear a todos os trabalhadores que na rotina diária constroem seu espaço na sociedade. Em especial, por meio desta publicação, aos profissionais que atuam no setor do Agronegócio: Médicos Veterinários, Tecnólogos em Agronegócio, Zootecnistas, Engenheiros Agrônomos, Biólogos, Técnicos em Agropecuárias e tantos outros profissionais que fazem deste setor referência nacional, atuando de forma direta ou indiretamente.

 

Além das comemorações, as reflexões acerca do tema permanecem necessárias, afinal de contas, condições dignas de trabalho são um direito de todo o ser humano. Contudo, também é importante utilizar este espaço para refletir de forma individual a nossa atuação como profissionais e a missão que temos.  Está cada vez mais difícil deixar um legado para as próximas gerações. O mundo é volátil, incerto, complexo e ambíguo e as relações de trabalho se alteram a cada instante. Se espera do indivíduo respostas rápidas, adaptação constante, inovações, comunicação, capacidade de resolver conflitos e sobretudo habilidade em relacionar-se com as pessoas. Como se tudo isso fosse inato ou fácil de se adquirir!

 

Ainda, sem esquecer da necessidade de qualificação profissional contínua, da manutenção da ética nas relações de trabalho, da luta pela valorização da classe, que perpassa em um primeiro momento pela união entre colegas da mesma profissão ou de profissões que devem trabalhar juntas em prol de um setor, como é o caso do agronegócio.  A necessidade de ressignificação das práticas realizadas para diminuição de processos por erros de conduta, seja eles de cunho técnico ou moral, a valorização financeira, sobretudo pessoal, são alguns desafios que devem ser considerados neste contexto do mundo do trabalho.

 

Em meio a este cenário é fundamental pensar em alguns pontos: Como estamos nos preparando como profissionais e como pessoas para sobreviver a tudo isso? Quais as habilidades e competências técnicas e humanísticas estamos desenvolvendo? Como queremos nos inserir no mercado? Aonde queremos chegar? Qual é o propósito de nossa atuação? Ou de nossa vida?

 

Na rotina diária não temos tempo para pensar sobre estes temas, mas a reflexão se faz necessária para planejar o futuro, aproveitar as oportunidades, se destacar como profissionais e, de maneira especial, ter qualidade de vida. A passagem por este mundo precisa ser significativa e fazer a diferença, seja em pequenas atitudes ou em grandes contribuições.

 

Quer saber mais sobre este tema? Participe do Movimenta Famur de 27 de junho a 01 de julho. Teremos uma sessão exclusiva para este debate!

 

Prof. Dra Fernanda Flores

 

Texto publicado em 02 de maio de 2022

 

Imprimir